se te amo, choro-te.
se te tenho, quero-te.
esmoreço, sorrio.
adormeço no frio.
Chamo-te de consorte
em tons de consolo.
Perdes o teu porte
e tomas-me por tolo.
Tocas-me na face.
Eu selo os teus lábios.
Eu, como se voasse
caio num turbilhão.
Teus dedos são sábios.
Beijas-me, e dizes não.
Diogo
2/20/2005
2/19/2005
Terra do Nunca I
Terra do Nunca
Há uma estrela que brilha,
É perfeita e encantada,
É do tamanho de uma ervilha,
E dizem estar enfeitiçada.
É a Terra do Nunca,
Que eu quero visitar,
É a estrela da penumbra,
Que me vem fazer sonhar.
Com o arco- íris atravessado,
Um mar azul turquesa,
Um céu de Sol enraiado,
É um oásis por natureza.
Estão sereias numa baía
Num enredo de uma novela,
Estão os piratas em sintonia
A roubar uma caravela.
Numa floresta tropical,
Desmaiam os segredos
Ouve-se o chilro do pardal,
E dormem os morcegos.
Voam aromas de framboesa,
Naquela terra pequena,
Sou uma garota princesa,
Que sonha na noite serena.
E para grandes aventuras
Tenho o meu amigo Peter Pan,
Sonho com essas ternuras,
Até que seja de manhã.
Danço naquela atmosfera,
No cristal céu a flutuar,
Volto à minha esfera,
Quando de manhã acordar.
E na dourada areia,
O mar beija o areal.
Termina a minha odisseia,
E volto ao mundo real.
Sonharei com este paraíso,
Éden de fadas e fantasia,
Dormirei o que for preciso,
Para sonhar com esta magia.
Juliana Gomes 8 de Janeiro de 2005
Há uma estrela que brilha,
É perfeita e encantada,
É do tamanho de uma ervilha,
E dizem estar enfeitiçada.
É a Terra do Nunca,
Que eu quero visitar,
É a estrela da penumbra,
Que me vem fazer sonhar.
Com o arco- íris atravessado,
Um mar azul turquesa,
Um céu de Sol enraiado,
É um oásis por natureza.
Estão sereias numa baía
Num enredo de uma novela,
Estão os piratas em sintonia
A roubar uma caravela.
Numa floresta tropical,
Desmaiam os segredos
Ouve-se o chilro do pardal,
E dormem os morcegos.
Voam aromas de framboesa,
Naquela terra pequena,
Sou uma garota princesa,
Que sonha na noite serena.
E para grandes aventuras
Tenho o meu amigo Peter Pan,
Sonho com essas ternuras,
Até que seja de manhã.
Danço naquela atmosfera,
No cristal céu a flutuar,
Volto à minha esfera,
Quando de manhã acordar.
E na dourada areia,
O mar beija o areal.
Termina a minha odisseia,
E volto ao mundo real.
Sonharei com este paraíso,
Éden de fadas e fantasia,
Dormirei o que for preciso,
Para sonhar com esta magia.
Juliana Gomes 8 de Janeiro de 2005
Terra do Nunca II
Terra do Nunca
Leva-me até à Terra do Nunca
Quero voar contigo,
Abandonar essa penumbra,
E sair deste hostil abrigo.
Com pózinhos mágicos,
Navegarei na noite escura,
Não terei sonhos nostálgicos,
Nem andarei à tua procura.
Peter Pan vem me buscar,
Estou aqui à tua espera,
Quero nesse céu voar,
Para dispersar desta esfera.
Quero conhecer esse mundo,
Onde reina a iluda fantasia.
Tira-me desse berço imundo,
Antes que seja de dia.
Quero o perigo dos piratas,
Com a alegria da natureza,
Quero ver as sereias ingratas,
E sentir-me uma princesa.
Esse mundo de magia e cores,
Onde atravessa um arco- íris,
É como a ilha- dos- amores,
Ou o oculto tesouro de Osíris.
Levarás- me a um areal
Numa noite de Lua Cheia,
Onde o mar tem cor de cristal,
E beija a dourada areia.
Enfrentarás os piratas malvados,
E roubarás- lhes a caravela,
Para os perigos inesperados,
Estarmos salvos nela.
E no despertar da manhã,
Levarás- me contigo,
Meu querido Peter Pan,
Até o meu hostil abrigo.
E na meta das nossas aventuras,
Lembrarei- me deste paraíso,
Sonharei com essas ternuras.
Sempre que for preciso...
Juliana Gomes, 8 de Janeiro de 2005
Leva-me até à Terra do Nunca
Quero voar contigo,
Abandonar essa penumbra,
E sair deste hostil abrigo.
Com pózinhos mágicos,
Navegarei na noite escura,
Não terei sonhos nostálgicos,
Nem andarei à tua procura.
Peter Pan vem me buscar,
Estou aqui à tua espera,
Quero nesse céu voar,
Para dispersar desta esfera.
Quero conhecer esse mundo,
Onde reina a iluda fantasia.
Tira-me desse berço imundo,
Antes que seja de dia.
Quero o perigo dos piratas,
Com a alegria da natureza,
Quero ver as sereias ingratas,
E sentir-me uma princesa.
Esse mundo de magia e cores,
Onde atravessa um arco- íris,
É como a ilha- dos- amores,
Ou o oculto tesouro de Osíris.
Levarás- me a um areal
Numa noite de Lua Cheia,
Onde o mar tem cor de cristal,
E beija a dourada areia.
Enfrentarás os piratas malvados,
E roubarás- lhes a caravela,
Para os perigos inesperados,
Estarmos salvos nela.
E no despertar da manhã,
Levarás- me contigo,
Meu querido Peter Pan,
Até o meu hostil abrigo.
E na meta das nossas aventuras,
Lembrarei- me deste paraíso,
Sonharei com essas ternuras.
Sempre que for preciso...
Juliana Gomes, 8 de Janeiro de 2005
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