Desfolho-te minha flor
Malmequer…Bem me quer…
Queres me tu meu amor?
Malmequer…Bem me quer…
Tuas pétalas sedosas
Malmequer…Bem me quer…
São como picos de rosas
Malmequer…Bem me quer…
Teu botão violeta lilás
Malmequer…Bem me quer
Contem o nome dum rapaz
Malmequer…Bem me quer
Tuas pétalas caídas
Malmequer…Bem me quer
São minhas lágrimas corridas
Malmequer...Bem me quer
Teu botão luminoso
Malmequer…Bem me quer
É um rosto teimoso
Malmequer…Bem me quer
Tuas pétalas desfolhadas
Malmequer…Bem me quer
Minhas tentativas falhadas …
Malmequer…Bem me quer…Mal me quer…
12/28/2005
12/27/2005
...
Céu estrelado à minha volta,
Tua presença numa apatia...
Sonho que não volta,
Contigo em sintonia!
E, sentada num recanto
Vejo uma lembrança:
Um sorriso de encanto
Num rosto sem esperança...
Mas, agrada-me a utopia
Desta linha sádica,
É a sua magia que irradia
Esta noite nostálgica.
Tua presença numa apatia...
Sonho que não volta,
Contigo em sintonia!
E, sentada num recanto
Vejo uma lembrança:
Um sorriso de encanto
Num rosto sem esperança...
Mas, agrada-me a utopia
Desta linha sádica,
É a sua magia que irradia
Esta noite nostálgica.
Pecado sem recado
Procuro o pecado pendente
No berço do pecador,
Caminho na remota vertente
De um hinóspido corredor.
Busco a minha afirmação,
A minha súbita essência,
Espelho a minha imperfeição
Nos olhos da consciência.
Vejo meu mundo mundano
limitado em meu redor,
Sinto um corpo humano
Sem nada de melhor.
Busco a minha afirmação
Vivendo em constante pecado
Sou uma identidade em encarnação
Sem conta de seu recado...
No berço do pecador,
Caminho na remota vertente
De um hinóspido corredor.
Busco a minha afirmação,
A minha súbita essência,
Espelho a minha imperfeição
Nos olhos da consciência.
Vejo meu mundo mundano
limitado em meu redor,
Sinto um corpo humano
Sem nada de melhor.
Busco a minha afirmação
Vivendo em constante pecado
Sou uma identidade em encarnação
Sem conta de seu recado...
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