Saudade que suga saudade
É praga relativa e irreversível
Que ilude a verdade
Do desejado e impossível…
Saudade que sabe a silêncio,
Falta e fadiga folgadas,
Vasta chama e incêndio
De lembranças passadas…
Querer o ilimitado,
Saudade da tua convergência,
Querer contornar o passado…
Saudade da tua presença…
Carência do que não se sabe
Desconsolo demente
É pura saudade
De um amor doente…
Juliana Gomes, 9 de Novembro de 2005
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