Escrever o que me apetece,
Esquecer o que não importa
Transmitir o que não aparece,
E abrir uma nova porta...
Sou livre como um rio,
Não tenho nada a temer,
Quero uma aventura, um desafio,
Aconteça o que acontecer...
Aqui marco minha presença,
Minha pintura rupestre,
Minhas palavras de imprensa,
Antes de abandonar a toca terrestre...
Quero dar-me a conhecer,
Num teatro de personalidade
Quero no palco surpreender
Com a minha faceta de multiplicidade,
Não quero ser hipócrita nem infiel
Apenas serei eu, inconstante
Alegre, triste, presente e distante,
Uma personagem sem papel,
Com as pressões da sociedade,
com a minha hereditariedade,
E com o q sou no momento,
Na felicidade ou no sofrimento...
Juliana 13 de Novembro 2004

Esquecer o que não importa
Transmitir o que não aparece,
E abrir uma nova porta...
Sou livre como um rio,
Não tenho nada a temer,
Quero uma aventura, um desafio,
Aconteça o que acontecer...
Aqui marco minha presença,
Minha pintura rupestre,
Minhas palavras de imprensa,
Antes de abandonar a toca terrestre...
Quero dar-me a conhecer,
Num teatro de personalidade
Quero no palco surpreender
Com a minha faceta de multiplicidade,
Não quero ser hipócrita nem infiel
Apenas serei eu, inconstante
Alegre, triste, presente e distante,
Uma personagem sem papel,
Com as pressões da sociedade,
com a minha hereditariedade,
E com o q sou no momento,
Na felicidade ou no sofrimento...
Juliana 13 de Novembro 2004

Sem comentários:
Enviar um comentário